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quinta-feira, 26 de junho de 2014

Reunião Ordinária Privada da Câmara Municipal




 

Reunião Ordinária Privada da Câmara Municipal

17 de Junho de 2014

8 – Relatório de acompanhamento de execução do PAEL e Saneamento – 1.º Trimestre de 2014 (ASSUNTO 340/14)

Intervenção da Vereadora do Bloco de Esquerda, Helena Pinto

O Relatório Trimestral de Acompanhamento da Execução do Plano de Saneamento e Ajustamento Financeiro, referente ao 1.º Trimestre de 2014, traduz uma situação que inspira preocupações sobre a situação financeira do Município e é praticamente igual ao relatório referente ao ano de 2013 que foi apresentado na reunião de Câmara Municipal do passado dia 15 de Abril.

Já nessa reunião tínhamos manifestado as nossas preocupações sobre os desvios detetados e sobre a ausência de medidas corretivas a implementar.

Neste Relatório confirma-se que das 3 medidas a implementar em 2013 – Implementação do orçamento de base zero; reapreciação das participações financeiras e associativismo em conformidade com a Lei n.º 50/2012 e elaboração e implementação do Plano de Eficiência Energética, apenas a terceira começou a ser implementada. As duas primeiras são de facto, medidas urgentes e cujo impacto nas contas do Município importa avaliar pelo seu significado em termos de saneamento financeiro.

Chamamos a atenção para a conclusão sobre o capítulo “receitas”, na página 14: – “Ou seja, a execução dos três primeiros meses do ano situa-se abaixo dos 25% espectáveis (apesar de existirem rubricas afetadas pela sazonalidade) o que aliado aos desvios ocorridos no ano anterior nos permite concluir que as receitas previstas para 2014 não serão realizadas acrescentando um desvio desfavorável face ao plano previsional inicial”. (sublinhados meus)

Se a isto juntarmos, a conclusão sobre o capítulo “despesas”, na página 17, de idêntico conteúdo, está dado o alerta sobre o incumprimento e a incapacidade de cumprir o orçamento para 2014, que como na altura alertámos, não era um orçamento real e cujas receitas estavam sobredimensionadas, mantendo o mesmo erro do passado e criticado em todos os relatórios de avaliação e auditoria.

Mantêm-se, também, a situação em relação à Empresa Municipal Turrisespaços, cuja internalização era um dos objetivos do Plano de Saneamento, assumido pela maioria socialista.

O Relatório afirma (na página 20): “Consideramos novamente que após esta revisão trimestral que o Plano inicial carece de ajustamento, sobretudo pela não verificação atualmente dos pressupostos então usados…” (sublinhado meu). Repete-se a mesma recomendação do Relatório anterior, sem que existam medidas ou mesmo intenções de debater e encontrar as soluções adequadas para adaptar quer o Plano, quer o Orçamento à situação real.

Analisadas todas as situações, avaliado peso da “sazonalidade” em algumas rubricas da receita e da despesa, somos forçados a concluir que existem desvios significativos e medidas que ainda não foram implementadas. A situação é grave e deve merecer um debate aprofundado e a procura de soluções duradouras.

Se nada se fizer, como até agora, para corrigir o Plano, apenas sobra uma medida – o aumento de impostos e taxas. A medida mais imediata e a característica permanente de todos os programas de “ajustamento” baseados na austeridade. A medida mais errada de todas que irá acentuar a crise económica e social e penalizar os munícipes somando mais aumentos a todas as medidas de austeridade do Governo.

O Bloco de Esquerda opõe-se a qualquer medida que vise penalizar as populações e entende que a Câmara Municipal deve, desde já, iniciar o processo de elaboração do “orçamento base zero” para o ano de 2015, processo que permitirá um orçamento de verdade nas receitas e despesas e gerar poupanças significativas que de outro modo são impossíveis de promover.

A Câmara Municipal deve ter uma atitude assertiva no encontrar de soluções e na negociação com o Governo e não ter uma atitude de “deixar andar” cujo único resultado é ser confrontada com factos consumados.

O Bloco de Esquerda já apresentou uma proposta na Câmara Municipal para debate sobre a preparação do Orçamento para 2015, que aguarda agendamento.

No sentido de melhorar a apresentação do Relatório sugerimos que o auditor pondere a possibilidade de melhorar a apresentação dos desvios que ocorrem em cada momento de avaliação, pela introdução de uma nova coluna nos quadros informativos, onde possa ser indicada a percentagem de cada desvio e o seu sinal (positivo ou negativo) em face do que é expectável em cada data de controlo.

Por último chamamos a atenção para o facto de a página 20 destoar de todo o Relatório, pois ao contrário de todas as outras páginas não tem o logotipo da Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, nem está numerada, o que não nos parece adequado num documento oficial.

 

 

 

 

 

CMTN 3 junho - Porque o BE votou contra a construção de um muro na Rua 1.º de Maio, com a altura de 3,30 metros?


Reunião de Câmara Municipal – 3 de Junho de 2014

 

 
Assunto N.º 293/14 – Rodoviária do Tejo, SA. – Alteração à intervenção apresentada em reunião de Câmara de 05.03.2014 / Aceitação de parcela de terreno em domínio público / Aceitação da contabilização da área da parcela em causa, no cálculo das áreas de cedência de futuro projeto de loteamento 
 
Declaração de Voto

A proposta presente à Câmara Municipal não é suficientemente esclarecedora sobre aspetos que para o Bloco de Esquerda são fundamentais num processo de loteamento. Acresce que a Câmara Municipal está a tomar decisões sem ter uma ideia de qual é o projeto para o futuro loteamento.

Vejamos:

É proposto que a Câmara Municipal aceite em domínio público uma parcela de terreno de 344m2, e que aceite que a referida área seja contabilizada no cálculo global da área de cedência pública no âmbito do projeto de loteamento que futuramente a Rodoviária do Tejo venha a apresentar.


Mas não existe, nem sequer uma estimativa, do total de área que o loteador terá que ceder para o domínio público. Tal cálculo poderia ser feito, com base naquilo que o PDM permite construir naquela área. Mesmo sem serem os valores definitivos a Câmara Municipal saberia que o total de área a ceder ao domínio público era de X, mas que devido ao facto de ainda não ser presente o projeto em concreto, agora a área a receber é de 344m2.

Com esta decisão apenas sabemos que recebemos agora 344m2.

Acresce a isto o facto da Rodoviária do Tejo, no “projeto de demolição” apresentar a construção de um novo muro confinante com a via pública na Rua 1.º de Maio, com a altura de 3,30 metros (Informação Interna I/5435/13-DIT/IT). Na reunião de Câmara questionei qual a norma legal que poderia sustentar a construção de um muro com esta altura, já que esta matéria está enquadrada no Regulamento n.º 893/2010 – Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Torres Novas, publicado em Diário da República, 2.ª série – N.º 244 de 20 de Dezembro de 2010, que no n.º 3 do artigo 18.º diz: “Os muros de vedação adjacentes à via pública não poderão ter altura superior à definida no artigo 59.º da Lei n.º 2110 de 19 de Agosto de 1961”. O artigo 59.º da referida Lei estabelece a altura máxima como 1,20 metros. O Senhor Vereador Paulo Tojo informou, oralmente, que a altura do muro seria de 2,23 metros e em alguns locais 2,42 metros, não esclarecendo qual o enquadramento legal destas medidas. No entanto nada está escrito sobre esta matéria. Acresce ainda que “os trabalhos no exterior do novo muro fiquem a cargo do município” o que também não se entende, significando mais um encargo.

Por todos estes motivos, o Bloco de Esquerda votou contra as medidas propostas.

Registamos como positivo o facto da via (Rua 1.º de Maio) ser alargada em 2 metros, considerado o “mínimo” para melhorar as condições de circulação de veículos e peões, conforme se assinala na Informação Interna I/5435/13 – DIT/IT.

 

A Vereadora do Bloco de Esquerda

Helena Pinto

Reunião de Câmara 3 de Junho de 2014 - Helena Pinto


 
Reunião de Câmara 3 de Junho de 2014 
 
Período Antes da Ordem do Dia

 


 
A Vereadora do Bloco de Esquerda, Helena Pinto, no Período Antes da Ordem do Dia, voltou a colocar a necessidade urgente de realizar alterações na via pública, na Avenida Sá Carneiro, junto a uma loja de comércio de materiais destinados a pessoas portadoras de deficiência, de modo a permitir que quem se desloca em cadeira de rodas possa ter acesso à referida loja.
 
É absolutamente caricato que existam barreiras físicas na via publica que impedem o acesso em cadeira de rodas, exatamente num local onde se comercializa produtos destinados a pessoas portadoras de deficiência.
 
A Vereadora do Bloco de Esquerda
Helena Pinto

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Intervenção da Vereadora Helena Pinto - Reunião de Câmara Municipal 3 Junho -

 
 


Reunião de Câmara Municipal

3 de Junho de 2014

Pública

Período Antes da Ordem do Dia:

Assuntos colocados pela Vereadora do BE:

1 – No dia 24 de Maio ocorreu um incêndio no centro de Torres Novas. Qual é a apreciação dos serviços de Proteção Civil e que acompanhamento foi dado à situação?

Este incêndio torna a colocar na ordem do dia a necessidade de se tomarem medidas contra a degradação do centro da cidade.

2 – A Câmara Municipal publicou um Edital para “Convite para a apresentação de soluções no contexto de pré-consulta ao mercado para projetos de produção elétrica, no concelho de Torres Novas”, cujo prazo terminou no passado dia 9 de Maio. Qual o resultado desta consulta?

3 – Situação da casa em ruínas junto à Praça do Peixe e, nomeadamente, para a necessidade de tentar recuperar os azulejos. Falei da experiência do Porto sobre o “Banco de materiais”.

4 - Centro Escolar da Meia Via – necessidade urgente de ser colocada uma vedação junto ao campo de jogos para proteção das crianças de intervenção simples e urgente.

5 – Pedido de informações sobre a reunião do Conselho Consultivo CHMT, onde o Presidente tem assento.

6 – Resitejo – perguntei em que ponto estava a questão da alteração aos estatutos da Resitejo.

7 - Feira Medieval – acesso à Praça. O acesso à Praça 5 de outubro durante o período da feira medieval terá que ser muito bem gerido, com sensibilidade, flexibilidade e muito bom senso, pois não se pode impedir os/as munícipes de terem acesso à Praça em caso de necessidade. O desempenho da empresa de segurança que não deve, sob nenhum pretexto, ultrapassar as suas funções.

8 – Proposta sobre o Orçamento 2015, com solicitação de agendamento de um ponto. 
 
 


terça-feira, 11 de março de 2014

Proposta do Bloco de Esquerda para a viabilização da empresa municipal


 
 
 
 
 
Proposta do Bloco de Esquerda para a viabilização da empresa municipal

Considerandos:

O Bloco de Esquerda reafirma a sua posição de princípio de que as atribuições municipais devem ser asseguradas por serviços municipais: trata-se de uma posição eminentemente política, mas também de defesa de determinados princípios de gestão e de organização administrativa do município;

O Bloco de Esquerda reafirma, também, a sua posição de princípio contra a existência da empresa municipal Turrisespaços, por razões técnicas e políticas, por considerar que a entidade criada não é uma empresa na verdadeira aceção do termo, não possui qualquer viabilidade financeira e empresarial e por a sua actividade ter invadido áreas de acção que em muito ultrapassam, até, os seus propósitos iniciais, invadindo e conflituando com a própria atividade da autarquia e dos operadores particulares nas áreas do desporto e da promoção da atividade física, do recreio e do entretenimento;

O Bloco de Esquerda reafirma que as atribuições e competências municipais nas áreas da gestão de equipamentos desportivos, do apoio às atividades desportivas dos clubes e da promoção do desporto e da atividade física, devem ser concretizadas por serviços municipais, assim como devem ser competência dos serviços municipais toda a actividade cultural e os apoios às associações de natureza cultural e recreativa;

No entanto, o Bloco de Esquerda reconhece a importância de que se revestiu para o município de Torres Novas e para região, a aposta estratégica numa programação cultural de referência, que foi concretizada com a criação da Empresa Municipal do Teatro Virgínia na sua fórmula inicial de entidade responsável, apenas e só, pela programação do calendário cultural do teatro Virgínia, nomeadamente dos espetáculos, e das ações de formação cultural e educativa no âmbito das artes do espetáculo;

O Bloco de Esquerda, embora reconheça que a maioria socialista possui espaço de manobra para definir isoladamente as suas decisões, está disponível para apoiar politicamente a existência da Empresa Municipal do Teatro Virgínia na sua fórmula inicial, como forma de salvaguardar a continuidade de uma política de programação cultural de referência e que constitua e continue a ser uma aposta estratégica do município de Torres Novas;

O Bloco de Esquerda apoia, neste sentido, uma solução que devolva aos serviços municipais todas as atribuições nas áreas da gestão de equipamentos desportivos e de promoção da atividade desportiva, bem como das atividades de programação cultural e de apoio às actividades culturais, à excepção da programação de sala do Teatro Virgínia e de atividades relacionadas com a promoção e o desenvolvimento das artes performativas (teatro, música, dança), nas suas componentes educativa e de formação.

Proposta:

- O Bloco de Esquerda apoia e propõe, neste sentido, o desenvolvimento de um processo com vista à extinção da Turrisespaços e a reativação da Empresa Municipal do Teatro Virgínia na sua fórmula inicial, reconhecendo na programação cultural de espetáculos, e só nela, algumas singularidades que, de certa forma, podem justificar a opção pela fórmula de uma empresa municipal como solução nesta área da atividade cultural autárquica;

- Propõe, em consequência, a devolução das atribuições nas áreas da gestão de equipamentos desportivos e dos apoios à atividade associativa e cultural aos serviços municipais que executam as orientações e decisões do Executivo da Câmara Municipal;

- O Bloco de Esquerda considera que esta tomada de posição é um passo político significativo com vista à solução da crise vivida na Turrisespaços, para que seja ultrapassada a questão da sua incontestável e indesmentível inviabilidade financeira e empresarial;

- O Bloco de Esquerda assume-se como oposição firme mas responsável à maioria socialista na Câmara Municipal de Torres Novas, colocando-se, assim, do lado da solução dos problemas e da efetiva participação política na sua resolução.

Assim, ao abrigo do artigo 53.º da Lei 75/2013, de 12 de setembro, o Bloco de Esquerda requer a inclusão de um ponto na Ordem do Dia sobre esta matéria.
A vereadora do Bloco de Esquerda, Helena Pinto
Torres Novas, 11 de Março de 2014

Reunião Câmara Municipal 11 de Março - Manifestação das trabalhadoras dos refeitorios das Escolas




 
As trabalhadoras dos refeitórios das escolas de Torres Novas estiveram hoje em greve. Uma greve a 100% pelo pagamento dos salários e por condições para confecionar as refeições das crianças do concelho. Uma greve e uma tomada de posição muito responsável destas trabalhadoras contra a empresa NOBRECER, que para além de não pagar os salários a tempo e horas, não fornece os ingredientes para a confeção das refeições e os materiais necessários à higiene dos refeitórios. As trabalhadoras, muitas vezes, têm que comprar produtos em falta com o seu dinheiro ou ir buscar a sua casa, para garantirem o mínimo de qualidade das refeições escolares. As trabalhadoras dirigiram-se à sessão de Câmara onde apresentaram as suas reivindicações e contaram as situações por que passam no seu local de trabalho. Estiveram presentes sindicalistas do Sindicato da Hotelaria e da União de Sindicatos de Santarém e na concentração também esteve presente Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP. A Vereadora Helena Pinto, que esteve presente na concentração, defendeu na Câmara, que estão criadas todas as condições para revogar o contrato com a NOBRECER e que se deve abrir um novo concurso para encontrar uma empresa que respeite as trabalhadoras e garanta a qualidade do serviço prestado.

Reunião Câmara Municpal - 11 Março - Ponte do Nicho

Solução transitória para a passagem na Ponte do Nicho vai ser uma realidade

No Período Antes da Ordem do Dia, a Vereadora do Bloco de Esquerda, Helena Pinto, voltou a colocar o problema da passagem de peões na Ponte sobre a Ribeira da Boa Água (Ponte do Nicho). Na sequência da recomendação à Câmara Municipal proposta pelo BE e aprovada por unanimidade pela Assembleia Municipal e pedindo esclarecimentos sobre a possível construção da variante de Riachos, prevista no “Relatório sobre as Infraestruturas de Valor Acrescentado”, que, caso se concretize, pode implicar uma intervenção naquele local, a vereadora defendeu a urgência da obra, pois a variante só está prevista para depois de 2016.
 
O Presidente da Câmara Municipal, em resposta informou que a obra para uma solução provisória vai avançar com a colocação de uma ponte metálica e que o município tem todo o material necessário, apenas se aguardará pela estabilização do caudal das águas.
O Bloco de Esquerda congratula-se com esta medida. Embora provisória, visa, no imediato resolver o problema da circulação de peões e aumentar a segurança.
Já em Abril de 2013 o BE tinha apresentado uma recomendação da Assembleia Municipal sobre a necessidade de uma intervenção urgente naquele local.

REUNIÃO CÂMARA 11 MARÇO - Edifícios com amianto


Listagem de edifícios com Amianto no concelho de Torres Novas

A Vereadora do Bloco de Esquerda voltou a insistir na necessidade de se elaborar uma lista dos edifícios com amianto existentes no concelho, a ser entregue ao Governo.

A existência de amianto em instalações provoca graves danos na saúde pública e a sua remoção é uma obra que deve ser apoiada pelo Governo, que está a elaborar uma lista nacional, depois de várias intervenções nesse sentido e que chega com um atraso de vários anos. A Câmara Municipal deve fazer um levantamento das situações para exigir apoios do Governo com vista à remoção do amianto.

REUNIAO CÂMARA 11 MARÇO


Lista de prioridades para as obras a realizar a curto prazo para pavimentação e conservação da rede viária do concelho

Na reunião de Câmara Municipal de 25 de Fevereiro foi aprovada a compra de Betão Betuminoso, para a pavimentação e conservação da rede viária do concelho, no valor de 180.456,00 euros + IVA. O Bloco de Esquerda votou favoravelmente, mas propôs que se elaborasse uma lista das obras prioritárias e que fosse dado conhecimento à Vereação e aos Munícipes.

Na reunião de hoje, 11 de Março, no Período Antes da Ordem do Dia, a Vereadora Helena Pinto tornou a referir a urgência de elaborar e tornar pública esta lista. Alertou para a situação da Calçada António Nunes a necessitar de uma intervenção urgente, com a qual todos os partidos se comprometeram em campanha eleitoral, na sequência de um abaixo-assinado apresentado pelos moradores.

Em resposta o Presidente da Câmara disse que a lista será elaborada e que a Calçada António Nunes está entre as prioridades, numa obra que terá que ser articulada com a empresa Águas do Ribatejo, pois é necessário realizar intervenções que são da sua responsabilidade.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Reunião de Câmara Municipal (Pública) de 11 de Fevereiro de 2014

Reunião de Câmara Municipal (Pública) de 11 de Fevereiro de 2014


No período antes da ordem do dia, a Vereadora do Bloco de Esquerda colocou as seguintes questões:

Protesto sobre o facto da reunião com a empresa Águas do Ribatejo se realizar à porta fechada

Existem muitas dúvidas sobre o tarifário aplicado pela empresa Águas do Ribatejo no ano de 2014, que se traduz em vários aumentos e na aplicação da Taxa de Recursos Hídricos num valor superior ao legalmente estipulado. Desde a primeira hora que o Bloco de Esquerda tem colocado estas questões e, votou contra a ratificação deste tarifário em reunião de Câmara.

Das muitas dúvidas e da insistência para o seu esclarecimento, ficou decidido em reunião de Câmara que se realizaria uma reunião com a empresa. Esta reunião está marcada para 6.ª feira, dia 14 de Fevereiro, às 16.00 horas, na sala de sessões da Câmara Municipal. No entanto, por decisão do Presidente, esta reunião será à porta fechada e não será considerada como reunião extraordinária de Câmara.

A Vereadora Helena Pinto, apresentou um protesto, para constar da ata, pois considerou que a reunião deveria ser pública. Os assuntos a debater são do interesse da população e devem ser debatidos abertamente.
 

Aplicação das 35 horas de trabalho semanal na autarquia de Torres Novas

A Vereadora Helena Pinto questionou o Presidente sobre a aplicação das 35 horas no Município. Em resposta o Presidente garantiu que, caso não exista uma solução ao nível da CIM (Comunidade Intermunicipal), apresentará na próxima reunião de Câmara, para decisão, o regresso ao horário semanal de 35 horas para os trabalhadores e trabalhadoras do Município.~
 

Situação do Centro Hospitalar do Médio Tejo

A Vereadora Helena Pinto levou à reunião de Executivo Camarário a preocupação sobre a situação do Centro Hospitalar do Médio Tejo. Para além da dívida acumulada, da situação caótica nas urgências, veio agora a conhecimento público que o CHMT tem estado a contratar uma empresa de prestação de serviços médicos fora da lei. A Vereadora insistiu que a autarquia deve dar atenção a este dossier e pedir esclarecimentos quer junto do Conselho de Administração, quer junto do Ministério da Saúde.
 
 

Árvores de grande porte em Árgea – a segurança das pessoas deve ser uma prioridade

Pela segunda vez a Vereadora Helena Pinto leva este assunto à reunião de Câmara. O mau tempo que tem assolado o país, torna ainda mais premente uma intervenção em Árgea no que diz respeito às árvores de grande porte, que caso caiam, causaria graves danos. O Presidente garantiu que o assunto está a ser tratado pelos serviços da Câmara.
 


Comemorações do 40.º aniversário do 25 de Abril – Criação de uma Comissão

Tendo em consideração que o assunto foi levantado em reunião camarária pelo Bloco de Esquerda e que ficou decidido que se trabalharia para encontrar uma proposta consensual, a Vereadora alertou para o facto de o tempo estar a passar sem que se avance, o que pode colocar em causa a organização de comemorações participadas e onde a cidadania tenha o papel central.
 
 
 
 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

BE Torres Novas - NOTA DE IMPRENSA - CMTN 28 JANEIRO 2014

 
 
 
 
 
NOTA DE IMPRENSA



 
Para a reunião privada da Câmara Municipal de Torres Novas, do dia 28 de janeiro, estava agendado um ponto da ordem de trabalhos relativo à candidatura dos clubes desportivos do concelho à utilização dos espaços desportivos municipais.
Esse processo continha elementos quantitativos relacionados com a utilização, por parte dos clubes desportivos, das várias instalações desportivas, quer sob a tutela da Câmara, quer sob gestão da Turrisespaços  visando, para efeitos  legais, calcular os custos dessa utilização de instalações.
Com base no cálculo dos custos, seriam assinados contratos-programa com cada clube desportivo, em que seriam mencionados os encargos decorrentes do uso das instalações, considerando-os apoios municipais à atividade regular das associações desportivas do concelho.
Na documentação do processo podiam analisar-se faturas da Turrisespaços, emitidas a vários clubes do concelho no ano de 2013, para efeitos de ponderação, por parte da câmara, dos apoios a considerar aos que utilizam, efetivamente, instalações sob gestão da empresa municipal.
Fazendo o cruzamento desses dados com os que foram apresentados pela Turrisespaços no âmbito do programa PAPAF, relativos exatamente à utilização dos equipamentos pelos clubes na sua atividade regular, verifica-se que os montantes apresentados como custos de utilização pelos clubes, em apenas 4 meses, são sempre superiores aos montantes anuais de faturação apresentados no processo que seria presente à reunião de Câmara de hoje.
Poderá perguntar-se se a Turrisespaços faturou durante um ano, aos clubes, montantes muito aquém do que deveria ter faturado, o que parece pouco verosímil ou se, pelo contrário, no PAPAF calculou, por necessidades legais de determinadas receitas, montantes que não traduzem qualquer realidade, como parece se os confrontarmos com os das faturas.
O Bloco de Esquerda sempre defendeu transparência total e limpidez de processos em tudo o que envolve a empresa municipal e não pode deixar de publicamente dar conta das dúvidas que, também este processo, suscita a uma análise minimamente atenta. O assunto voltará a reunião de Câmara e esperemos que acompanhado de todos os esclarecimentos necessários.
O Bloco de Esquerda mantém a opinião de que as atribuições da empresa municipal deveriam ser cumpridas pelos serviços do município.
Torres Novas, 28 de Janeiro de 2014
Bloco de Esquerda de Torres Novas