terça-feira, 17 de setembro de 2013
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Discurso da candidatura a Assentis na grande festa comício de 14 de setembro
Chamo-me Maria do Céu Dias e sou professora, exercendo o cargo de professora bibliotecária há 10 anos.
Sou natural da freguesia de Assentis e resido na minha aldeia-natal, Moreiras Pequenas. Tenho ligações familiares a Fungalvaz, Charruada, Carvalhal do Pombo e Casal da Pena.
Estas são cinco aldeias de um conjunto de dezassete lugares que compõem a freguesia do extremo norte do concelho. Assentis é a terceira maior freguesia em área e a quarta no que respeita ao número de habitantes que, em números redondos, atinge o valor de 3 000.
Face à conjuntura política atual e social que estamos a viver, senti que este é o momento em que os cidadãos comuns, preocupados com o curso dos acontecimentos, devem procurar integrar-se em projetos que lhes permitam formar contracorrentes, mesmo que de pequeno caudal, na esperança de que estas vão confluindo e engrossando para que progressivamente o país volte, de novo, a ser pensado em função do nosso valor individual e coletivo. A minha candidatura à freguesia de Assentis constitui assim um exercício de cidadania, através do qual pretendo dar corpo ao projeto do Bloco de Esquerda.
Em conjunto com os autarcas que forem eleitos, espero contribuir para a resolução de problemas que são comuns a outras freguesias e atender, de forma inovadora, às necessidades específicas da freguesia de Assentis.
Com o programa para Assentis, pretendemos lançar as bases de um projeto promotor do desenvolvimento local, que conjugue as ações de estruturas públicas e privadas, da nossa e de outras freguesias, assente em três áreas: cultura, desenvolvimento turístico, desporto e lazer.
Seremos porta-vozes dos interesses e necessidades da freguesia, do que destacamos a expansão da rede de saneamento e a tomada de medidas de planeamento ao nível do PDM.
Assumimos também as atribuições próprias da junta no respeitante à acessibilidade e sinalização viária, gestão de equipamentos e ao apoio/ colaboração com as coletividades e instituições de ação social.
Procuraremos pois corrigir assimetrias e valorizar a ação local como base para o desenvolvimento, em articulação com outros parceiros.
É ainda nossa preocupação, divulgar as medidas tomadas e recolher a opinião dos cidadãos com o objetivo de avaliarmos e melhorarmos o nosso trabalho.
Maria do Céu Dias, 14 de setembro de 2013
Discurso da candidatura à União das Freguesias de Brogueira, Parceiros de Igreja e Alcorochel na grande festa comício de 14 de setembro
Boa noite, a
todos e a todas
Chamo-me Otília, sou de Alcorochel e estou aqui hoje a falar-vos
na qualidade de candidata a Presidente da União das Freguesias de Brogueira,
Parceiros de Igreja e Alcorochel e também na qualidade de cidadã comum desta
autarquia, que resolveu assumir de uma forma activa e interventiva uma
responsabilidade cívica e social, que sendo um direito de cada um, é um dever
de todos.
Não pertenço a nenhum partido político, mas integro esta
candidatura pelo Bloco de Esquerda, pois identifico-me com as suas convicções e
revejo-me nas suas propostas e nas suas causas.
A que outras forças políticas me poderia associar? A nenhuma das
outras, a não ser que tivesse acordado de um estado de coma prolongado e não me
tivesse apercebido do que se tem passado, no país e neste concelho nas últimas
décadas.
Estou no Bloco de esquerda sim, como independente, possuo no
seio desta força politica total liberdade de manifestar opiniões próprias, de
colaborar de forma positiva, critica e construtiva, e que apesar da minha
inexperiência e até ingenuidade nesta matéria, tenho o sentimento de que sou
valorizada e tenho uma voz. Com algumas posições concordo, com outras poderei
não concordar tanto, mas também não concordo em tudo com o Próprio Deus e não é
por isso que não O deixo estar presente na minha vida.
Não pretendo aqui fazer um discurso de retórica e de falar o
que é politicamente correcto e conveniente, porque disto já andamos todos
fartos. Quero precisamente o contrário, falo-vos o que me vai na alma e talvez
de forma politicamente incorrecta, pois é nesta dimensão que cabem as verdades,
a transparência e a sinceridade.
E falando-vos do que me vai na alma, quero partilhar convosco
este sentimento de alguma revolta e até de apreensão de como vejo fazer-se
politica e do que alguns partidos são obrigados a dizer para ludibriarem os
eleitores. Comunicam slogans, que tenho as minhas dúvidas se eles próprios
acreditam no que pretendem transmitir e defendem.
Ontem à noite passava por alguns locais de Torres Novas,
estando atenta e vendo com olhos de quem quer perceber a mensagem transmitida
pelos ditos slogans, vi a hipocrisia e a ironia subjacentes.
Ora vejamos: “Sempre Consigo”. As pessoas já se aperceberam
que estiveram sim, talvez nos bons momentos, porque em 20 anos também se
fizeram coisas boas, e aqui naturalmente todos querem estar presentes, porque
todos gostam de levar louros para casa. E nós perguntamos: Onde e com quem estiveram
nos maus momentos, o que fizeram? O que defenderam? Não sabemos…, porque se
estivessem presentes, teríamos dado por isso.
As pessoas também já perceberam que “O Somos o Futuro”, só
pode ser ironia. Avaliando pelo presente, o futuro será mais do mesmo ou ainda
pior, ou seja mais desigualdades económicas, mais injustiças sociais, mais
pobreza, mais impostos, mais falências, etc…
“O Concelho Vai Ganhar”. Não sei se já se aperceberam, mas é
precisamente o contrário. O concelho já perdeu pelo menos 7 freguesias de um
conjunto de 17. Assim como perdemos também o direito de nos prenunciarmos sobre
um assunto que diz respeito a todos nós enquanto cidadãos e habitantes destas
freguesias, e que temos toda a legitimidade de escolher o que achamos melhor,
para nós e para as nossas terras.
Enfim, considero que estas expressões bonitas, cujo objectivo
é vincar uma ideia e um propósito, constituem um verdadeiro atentado à
inteligência, ao discernimento e à capacidade de análise dos cidadãos e cidadãs.
As pessoas não são ignorantes e tolinhas e já sabem o que não querem.
E por fim, as pessoas já se aperceberam que a “coragem para
mudar” da equipa do Bloco de Esquerda, é real, efectivo e já começou a surtir
efeitos, as pessoas já se aperceberam que a nossa abordagem é diferente, a
nossa política no sentido genuíno da palavra é uma política focada nas pessoas
e para as pessoas.
Estando-nos a aproximar do momento de fazermos opções, é
importante que o façamos de uma forma consciente e acima de tudo de uma forma
coerente com as nossas expectativas e com os nossos anseios. Não podemos
esquecer o passado e ignorar o presente. No dia 29 de Setembro temos a
responsabilidade de escolher o futuro que queremos para nós e para os nossos
filhos.
Muito obrigada por me ouvirem, continuação de boa noite.
Torres Novas, 14 de Setembro de 2013
Otília Santos
Um grande comício, uma grande festa
Ao longo da noite do dia 14 de setembro, intervieram os cabeças de lista às assembleias de freguesia, à assembleia municipal e à Câmara Municipal de Torres Novas. Depreende-se dos discursos e das atitudes demonstradas um denominador comum: a ação política destes candidatos visa unicamente resolver, de forma objetiva e concreta, os problemas do concelho nos vários planos da gestão municipal. Este posicionamento revela, em si mesmo, a determinação em cortar com um modelo de governação, caído em descrédito, cujas consequências pesam a todos, e encetar um novo rumo, pautado pelos valores da cidadania. Prova disto é o facto de, por um lado, 85% dos candidatos do BE serem independentes e, por outro, a equipa estar a desenvolver uma campanha marcada pela reflexão, pesquisa no terreno, empenho e criatividade. Trata-se de uma equipa que tudo faz, procurando contornar um orçamento de campanha comparativamente magro, para fazer chegar a sua mensagem ao eleitorado. Um eleitorado formado antes de mais por cidadãos, junto do qual pode afirmar: com o nosso exemplo, todos juntos vamos ter a coragem para mudar.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Nota de imprensa: Torres Novas é um ponto negro no que respeita ao ambiente
TORRES
NOVAS È UM PONTO NEGRO NO QUE RESPEITA AO AMBIENTE
A
candidatura do Bloco de Esquerda de Torres Novas realizou no passado sábado
(dia 7 de Setembro) uma ação de sensibilização para as questões ambientais que
contou com a presença de um representante da Quercus.
Uma
visita de campo a vários pontos da zona Sul do concelho onde as consequências
da poluição são bem visíveis, a começar no rio Almonda, dentro da cidade, e a
passar pela ribeira da Boa Água, no Nicho de Riachos, pela estrada da Sapeira
onde a estação de compostagem provoca cheiros nauseabundos, a vala das Cordas,
em Riachos, e a inoperacional ETAR de Riachos.
No
final, o balanço desta visita de campo foi apresentado no Largo de Riachos,
pela candidata do BE à Câmara Municipal de Torres Novas, Helena Pinto, e pelo
candidato do BE em Riachos, João Luz, que acusaram a actual gestão municipal de
não ter uma política ambiental para o concelho.
A
dificuldade em conseguir a articulação dos organismos que tutelam o ambiente, a
começar pelo Ministério, mas a envolver também os organismos regionais, a
Câmara e a brigada do ambiente da GNR, tornam ineficaz qualquer acção
fiscalizadora e consequente aplicação de coimas aos agentes infractores.
Por
isso o Bloco de Esquerda propõe um conjunto de medidas que visam salvaguardar o
ambiente e evitar que o concelho de Torres Novas continue a ser um ponto negro
do distrito na qualidade ambiental.
Entre
outras medidas, o BE propõe:
-
A criação de infra-estruturas nas zonas industriais que permitam o tratamento
prévio de resíduos e efluentes industriais e a deslocalização de unidades
fabris poluidoras para essas zonas;
-
Critérios de licenciamento mais exigentes no que respeita aos valores de
emissão de matérias poluentes;
-
Acompanhamento constante dos projectos de investimento da Águas do Ribatejo;
-
Protecção e limpeza das margens dos cursos de água e tratamento de lamas
tóxicas e detritos nos respectivos leitos;
-
Maior acompanhamento de eventuais infrações, com adoção de ações preventivas
junto de potenciais poluidores;
-
Análises regulares à qualidade da água;
-
Implementação de acções de sensibilização que promovam uma relação saudável com
os recursos hídricos do concelho;
-
Acções pedagógicas, em ambiente escolar que alertem para práticas não poluentes
e um uso correcto da água;
-
Criação de eventos de relação directa da população com os cursos de água.
Torres
Novas, 9 de Setembro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
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