sábado, 21 de setembro de 2013

Visita ao CSCR de Liteiros

No dia 19 de setembro, entre contactos com a população e distribuições, os candidatos(as) à Freguesia S. Maria, Salvador e Santiago, reuniram com o Centro Social, Cultural e Recreativo de Liteiros. Tratou-se de uma boa oportunidade para conhecer o trabalho desenvolvido e os problemas de Liteiros. O CSCR de Liteiros é um exemplo de trabalho junto da comunidade.

Catarina Martins: o programa de reabilitação dos centros urbanos estende-se a Torres Novas

Catarina Martins em Torres Novas - em defesa da reabilitação do centro urbano de Torres Novas










quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Encerramento da Fábrica de Fiação de Torres Novas

Durante o mandato autárquico que agora termina, encerrou a Fabrica de Fiação de Torres Novas. O BE levou à Assembleia Municipal este grave problema social que enviou para o desemprego 150 pessoas, tendo prestado a sua solidariedade a estes trabalhadores e trabalhadoras.  Foi um acontecimento negro na historia de Torres Novas.



Moção: portagens na A23

A introdução de portagens na A23, veio contribuir para mais desemprego, mais falências das empresas, mais custos para as autarquias, menos qualidade de vida para as pessoas. PSD e CDS dizendo uma coisa nas autarquias, fizeram outra no Governo, introduziram as portagens onde tinham dito que eram contra. Agora é chegada altura de mostrar cartão vermelho a estes partidos. Depois, bem depois, não vale a pena queixarem-se. Bloco de Esquerda também aqui esteve atento às dificuldades das pessoas e da economia.


MOÇÃO
Esta Assembleia Municipal já por diversas vezes discutiu e aprovou várias propostas contra as portagens na A23. Também a Assembleia da Republica discutiu recentemente, por iniciativa do BE esta temática, mas aqui tem tido sempre a oposição dos partidos do Governo, que próximos dos problemas têm uma posição e no local da decisão têm outra.
Este Governo do PSD/CDS, parece não estar ainda satisfeito com o grau de destruição do emprego e da economia que as suas políticas têm vindo a criar, a política da austeridade vai continuar como é exemplo a intenção de portajar todos os troços da A23.
Assim, considerando que:
1.     A introdução de portagens da A23 suscitou desde a primeira hora a justa indignação e discórdia das populações, pela significativa penalização que representam para quem regularmente necessita de a utilizar, sejam cidadãos individuais ou pequenas e médias empresas, nela circulando por necessidades pessoais ou por inerência da sua atividade empresarial;
2.     Estas portagens vieram agravar a situação das zonas do interior do país, em que nos situamos, contribuindo para potenciar os efeitos do desemprego e da crise económica e social;
3.     O resultado prático desta ação, para além do aumento de encargos para as famílias e as empresas, foi uma drástica redução de trafego na A23 e na sua transferência para as estradas nacionais e municipais, com a consequente ruína física, cujo efeito imediato se traduz no aumento da insegurança rodoviária e dos encargos das autarquias;
4.     A existência de troços não portajados, como o troço Torres Novas/Entroncamento, tem servido para atenuar os constrangimentos criados pela existência de portagens, as quais, nestes casos, seriam inadmissíveis, dada as necessidades constantes de circulação de veículos entre as respetivas localidades e a sua proximidade geográfica;
5.     Sucede que começaram a ser colocados novos pórticos nos acessos à A23 de Torres Novas e do Entroncamento e, ao que a comunicação social nacional fez eco, serão colocados em todos os acessos e saídas da A23, contrariando a informação prestada à imprensa regional, de que se destinariam apenas ao “controlo de tráfego”;
A Assembleia Municipal reunida em sessão ordinária em 28/06/13, decide:
1.     Exigir ao governo e à Estradas de Portugal (EP) esclarecimentos relativamente às verdadeiras intenções do presente processo;
2.     Repudiar a introdução de novas portagens na A23, as quais mais não seriam do que um agravamento inadmissível de encargos para as famílias e as empresas da nossa região.
3.     Aprovar esta deliberação e proceder ao seu envio a Suas Excelências a Presidente da Assembleia da República, o Primeiro-Ministro; o Ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, ao Secretário de Estado dos Transportes, aos líderes dos Grupos Parlamentares representados na Assembleia da República, à Comissão de Obras Públicas da Assembleia da República, à ANMP e à ANAFRE e à Estradas de Portugal.

Torres Novas 28 de junho de 2013
Os autarcas do BE na Assembleia Municipal  

Antonio Gomes

Joaquim Madeira

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Posição do BE, na Assembleia municipal, acerca das contas da CM do ano 2012

Prestação de contas 2012





A conjuntura política e económica, que vivemos e, que já se arrasta desde 2008, e que não tem fim à vista, marca sem dúvida as contas do município relativas a 2012 e que aqui estamos a analisar.
Por via das políticas do atual governo e da troika, vivemos tempos de sobressalto, de angústia, de incerteza, de desânimo, de dificuldades tamanhas, de «desesperança», mas também de revolta, de luta, de resistência, de combate. E assim vai continuar a acontecer enquanto este governo não deixar de o ser.
A economia está de rastos, o desemprego não para de crescer, os rendimentos dos que trabalham e dos pensionistas não param de minguar. A pobreza cerca-nos, o país ajoelha-se aos credores, o governo recusa-se a olhar para o lado, traçaram aquele caminho e, teimosamente, perseguem-no.
Paradoxalmente, a família Soares dos Santos, vulgo pingo doce, arrecada, este mês, qualquer coisa como 100 milhões de euros, só de dividendos, anunciam os jornais.
Esta política retirou, este ano, aos trabalhadores da Câmara Municipal, mais de 1 milhão de euros, dinheiro roubado aos trabalhadores, dinheiro roubado à economia local.

Esta política tem consequências nas contas das autarquias, nas receitas que são menores, na despesa que é maior.

Nesta conjuntura, como é que o PS governou a CM do nosso município?
Vejamos o que parece ao BE a parte mais visível e com maiores consequências na gestão autárquica e, por conseguinte, nos munícipes.

A dívida de curto prazo.

De 2009 até 2012, a dívida de curto prazo aumentou mais de 100%, mais de 9 milhões e só em 2012 aumentou 1 milhão de euros, ultrapassando os 6%.
Devemos todos lembrar-nos que em 2009 recebeu a CM financiamento muito bonificado, através do PREDE, com o objetivo de colocar as contas em dia.

Todos sabemos o que é a dívida de curto prazo. É a dívida àqueles que financiam a atividade quotidiana do Município. Sem eles a Câmara fechava as portas.

É esta cegueira política da maioria em não querer ver o óbvio, que tem colocado muitas empresas, muitas pessoas, muitas instituições à beira de um ataque de nervos. Quantas famílias é que se encontram à espera que a CM pague o que deve?

Entrevista de HELENA PINTO, candidata do Bloco de Esquerda de Torres Novas, na Torres Novas FM.


Intervenção de João Luz, pela candidatura a Riachos