No dia 19 de setembro, entre contactos com a população e distribuições, os candidatos(as) à Freguesia S. Maria, Salvador e Santiago, reuniram com o Centro Social, Cultural e Recreativo de Liteiros. Tratou-se de uma boa oportunidade para conhecer o trabalho desenvolvido e os problemas de Liteiros. O CSCR de Liteiros é um exemplo de trabalho junto da comunidade.
sábado, 21 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Encerramento da Fábrica de Fiação de Torres Novas
Durante o mandato autárquico que agora termina, encerrou a Fabrica de Fiação de Torres Novas. O BE levou à Assembleia Municipal este grave problema social que enviou para o desemprego 150 pessoas, tendo prestado a sua solidariedade a estes trabalhadores e trabalhadoras. Foi um acontecimento negro na historia de Torres Novas.

Moção: portagens na A23
A introdução de portagens na A23, veio contribuir para mais desemprego, mais falências das empresas, mais custos para as autarquias, menos qualidade de vida para as pessoas. PSD e CDS dizendo uma coisa nas autarquias, fizeram outra no Governo, introduziram as portagens onde tinham dito que eram contra. Agora é chegada altura de mostrar cartão vermelho a estes partidos. Depois, bem depois, não vale a pena queixarem-se. Bloco de Esquerda também aqui esteve atento às dificuldades das pessoas e da economia.
MOÇÃO
Esta
Assembleia Municipal já por diversas vezes discutiu e aprovou várias propostas
contra as portagens na A23. Também a Assembleia da Republica discutiu recentemente,
por iniciativa do BE esta temática, mas aqui tem tido sempre a oposição dos
partidos do Governo, que próximos dos problemas têm uma posição e no local da
decisão têm outra.
Este
Governo do PSD/CDS, parece não estar ainda satisfeito com o grau de destruição
do emprego e da economia que as suas políticas têm vindo a criar, a política da
austeridade vai continuar como é exemplo a intenção de portajar todos os troços
da A23.
Assim,
considerando que:
1.
A introdução de portagens da A23 suscitou desde a primeira hora a justa
indignação e discórdia das populações, pela significativa penalização que
representam para quem regularmente necessita de a utilizar, sejam cidadãos
individuais ou pequenas e médias empresas, nela circulando por necessidades
pessoais ou por inerência da sua atividade empresarial;
2.
Estas portagens vieram agravar a situação das zonas do interior do país, em
que nos situamos, contribuindo para potenciar os efeitos do desemprego e da
crise económica e social;
3.
O resultado prático desta ação, para além do aumento de encargos para as
famílias e as empresas, foi uma drástica redução de trafego na A23 e na sua transferência
para as estradas nacionais e municipais, com a consequente ruína física, cujo
efeito imediato se traduz no aumento da insegurança rodoviária e dos encargos
das autarquias;
4.
A existência de troços não portajados, como o troço Torres Novas/Entroncamento,
tem servido para atenuar os constrangimentos criados pela existência de
portagens, as quais, nestes casos, seriam inadmissíveis, dada as necessidades
constantes de circulação de veículos entre as respetivas localidades e a sua proximidade
geográfica;
5.
Sucede que começaram a ser colocados novos pórticos nos acessos à A23 de
Torres Novas e do Entroncamento e, ao que a comunicação social nacional fez
eco, serão colocados em todos os acessos e saídas da A23, contrariando a
informação prestada à imprensa regional, de que se destinariam apenas ao
“controlo de tráfego”;
.
A Assembleia Municipal reunida
em sessão ordinária em 28/06/13, decide:
1.
Exigir ao governo e à Estradas de Portugal (EP) esclarecimentos relativamente
às verdadeiras intenções do presente processo;
2.
Repudiar a introdução de novas portagens na A23, as quais mais não seriam
do que um agravamento inadmissível de encargos para as famílias e as empresas
da nossa região.
3.
Aprovar esta deliberação e proceder ao seu envio a Suas Excelências a
Presidente da Assembleia da República, o Primeiro-Ministro; o Ministro-adjunto
e dos Assuntos Parlamentares, ao Secretário de Estado dos Transportes, aos
líderes dos Grupos Parlamentares representados na Assembleia da República, à
Comissão de Obras Públicas da Assembleia da República, à ANMP e à ANAFRE e à
Estradas de Portugal.
Torres Novas 28 de junho
de 2013
Os autarcas do BE na
Assembleia Municipal
Antonio Gomes
Joaquim Madeira
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Posição do BE, na Assembleia municipal, acerca das contas da CM do ano 2012
Prestação de contas 2012
A conjuntura política e económica, que
vivemos e, que já se arrasta desde 2008, e que não tem fim à vista, marca sem dúvida
as contas do município relativas a 2012 e que aqui estamos a analisar.
Por via das políticas do atual governo e da
troika, vivemos tempos de sobressalto, de angústia, de incerteza, de desânimo,
de dificuldades tamanhas, de «desesperança», mas também de revolta, de luta, de
resistência, de combate. E assim vai continuar a acontecer enquanto este
governo não deixar de o ser.
A economia está de rastos, o desemprego não
para de crescer, os rendimentos dos que trabalham e dos pensionistas não param
de minguar. A pobreza cerca-nos, o país ajoelha-se aos credores, o governo
recusa-se a olhar para o lado, traçaram aquele caminho e, teimosamente,
perseguem-no.
Paradoxalmente, a família Soares dos Santos,
vulgo pingo doce, arrecada, este mês, qualquer coisa como 100 milhões de euros,
só de dividendos, anunciam os jornais.
Esta política retirou, este ano, aos
trabalhadores da Câmara Municipal, mais de 1 milhão de euros, dinheiro roubado
aos trabalhadores, dinheiro roubado à economia local.
Esta política tem consequências nas contas
das autarquias, nas receitas que são menores, na despesa que é maior.
Nesta conjuntura, como é que o PS governou a
CM do nosso município?
Vejamos o que parece ao BE a parte mais visível
e com maiores consequências na gestão autárquica e, por conseguinte, nos
munícipes.
A dívida de
curto prazo.
De 2009 até 2012, a dívida de curto prazo
aumentou mais de 100%, mais de 9 milhões e só em 2012 aumentou 1 milhão de
euros, ultrapassando os 6%.
Devemos todos lembrar-nos que em 2009 recebeu
a CM financiamento muito bonificado, através do PREDE, com o objetivo de
colocar as contas em dia.
Todos sabemos o que é a dívida de curto
prazo. É a dívida àqueles que financiam a atividade quotidiana do Município.
Sem eles a Câmara fechava as portas.
É esta cegueira política da maioria em não
querer ver o óbvio, que tem colocado muitas empresas, muitas pessoas, muitas
instituições à beira de um ataque de nervos. Quantas famílias é que se
encontram à espera que a CM pague o que deve?
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