terça-feira, 11 de março de 2014
Reunião Câmara Municipal 11 de Março - Manifestação das trabalhadoras dos refeitorios das Escolas
Reunião Câmara Municpal - 11 Março - Ponte do Nicho
Solução transitória para a passagem na Ponte do Nicho vai ser uma realidade
No Período Antes da Ordem do Dia, a Vereadora do Bloco de Esquerda, Helena Pinto, voltou a colocar o problema da passagem de peões na Ponte sobre a Ribeira da Boa Água (Ponte do Nicho). Na sequência da recomendação à Câmara Municipal proposta pelo BE e aprovada por unanimidade pela Assembleia Municipal e pedindo esclarecimentos sobre a possível construção da variante de Riachos, prevista no “Relatório sobre as Infraestruturas de Valor Acrescentado”, que, caso se concretize, pode implicar uma intervenção naquele local, a vereadora defendeu a urgência da obra, pois a variante só está prevista para depois de 2016.
O Presidente da Câmara Municipal, em resposta informou que a obra para uma solução provisória vai avançar com a colocação de uma ponte metálica e que o município tem todo o material necessário, apenas se aguardará pela estabilização do caudal das águas.
O Bloco de Esquerda congratula-se com esta medida. Embora provisória, visa, no imediato resolver o problema da circulação de peões e aumentar a segurança.
Já em Abril de 2013 o BE tinha apresentado uma recomendação da Assembleia Municipal sobre a necessidade de uma intervenção urgente naquele local.
O Presidente da Câmara Municipal, em resposta informou que a obra para uma solução provisória vai avançar com a colocação de uma ponte metálica e que o município tem todo o material necessário, apenas se aguardará pela estabilização do caudal das águas.
O Bloco de Esquerda congratula-se com esta medida. Embora provisória, visa, no imediato resolver o problema da circulação de peões e aumentar a segurança.
Já em Abril de 2013 o BE tinha apresentado uma recomendação da Assembleia Municipal sobre a necessidade de uma intervenção urgente naquele local.
REUNIÃO CÂMARA 11 MARÇO - Edifícios com amianto
Listagem de edifícios com Amianto no
concelho de Torres Novas
A Vereadora
do Bloco de Esquerda voltou a insistir na necessidade de se elaborar uma lista
dos edifícios com amianto existentes no concelho, a ser entregue ao Governo.
A existência
de amianto em instalações provoca graves danos na saúde pública e a sua remoção
é uma obra que deve ser apoiada pelo Governo, que está a elaborar uma lista
nacional, depois de várias intervenções nesse sentido e que chega com um atraso
de vários anos. A Câmara Municipal deve fazer um levantamento das situações
para exigir apoios do Governo com vista à remoção do amianto.
REUNIAO CÂMARA 11 MARÇO
Lista de prioridades para as obras a
realizar a curto prazo para pavimentação e conservação da rede viária do
concelho
Na reunião
de Câmara Municipal de 25 de Fevereiro foi aprovada a compra de Betão Betuminoso, para a pavimentação e
conservação da rede viária do concelho, no valor de 180.456,00 euros + IVA. O
Bloco de Esquerda votou favoravelmente, mas propôs que se elaborasse uma lista
das obras prioritárias e que fosse dado conhecimento à Vereação e aos
Munícipes.
Na reunião
de hoje, 11 de Março, no Período Antes da Ordem do Dia, a Vereadora Helena
Pinto tornou a referir a urgência de elaborar e tornar pública esta lista.
Alertou para a situação da Calçada António Nunes a necessitar de uma
intervenção urgente, com a qual todos os partidos se comprometeram em campanha
eleitoral, na sequência de um abaixo-assinado apresentado pelos moradores.
Em resposta
o Presidente da Câmara disse que a lista será elaborada e que a Calçada António
Nunes está entre as prioridades, numa obra que terá que ser articulada com a
empresa Águas do Ribatejo, pois é necessário realizar intervenções que são da
sua responsabilidade.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Moção apresentada pelo BE de Torres Novas na Assembleia Municipal de 25 Fevereiro

MOÇÃO
_____________________
Em sessão de Assembleia Municipal de 30 de
abril de 2013, o Bloco de Esquerda apresentou uma moção que alertava para o
estado da ponte da Ribeira da Boa Água na estrada nacional 349, junto ao Nicho
de Riachos.
Nesse documento, foram denunciadas as
condições precárias da ponte no que respeita à segurança para a circulação de
veículos e pessoas que ali se cruzam com frequência. A insegurança era então
atribuída à reduzida dimensão da ponte em largura, ao seu estado de degradação
e ao elevado número de veículos que ali circulam, em virtude do fluxo de trânsito
que se transferiu da A23 para a estrada nacional 349, após a implementação das
portagens.
Perante esta situação assaz preocupante, em
virtude do elevado risco de acidente que representa, a Assembleia Municipal decidiu
então, por unanimidade, recomendar à
Câmara Municipal que devia seguir uma política de prevenção, executando obras
que salvaguardassem a segurança das pessoas.
Ora, volvido quase um ano, não só a Câmara
Municipal não executou qualquer obra, como a perigosidade da circulação de
pessoas e veículos na ponte se agravou.
Aumentou o número de veículos que por ali
circulam, sobretudo veículos pesados. A excessiva pluviosidade deste inverno
fez abrir buracos que obrigam a que as viaturas se desviem para o centro da
ponte. E os peões viram agravadas as suas condições de passagem.
Mesmo que a intervenção mais profunda na
ponte da Ribeira da Boa Água seja integrada, a médio prazo, numa obra de maior
dimensão, urge zelar, no imediato, pela segurança das pessoas que ali
transitam. Tendo em conta este objetivo, basta que seja colocada lateralmente
uma estrutura metálica de tipo militar, ou uma estrutura de madeira tratada,
bastante durável, como se vê frequentemente em situações similares. Uma solução
que, temporariamente, proporcione condições mínimas para a passagem em
segurança dos peões.
Desde a referida Assembleia Municipal, todos
os partidos nela representados, incluindo a maioria socialista, ficaram
vinculados à urgência e à necessidade de resolução deste problema.
O Bloco de Esquerda vem recomendar a esta
Assembleia que a Câmara Municipal cumpra a execução das obras a que então se
comprometeu, tendo em conta que a segurança dos cidadãos é um direito
fundamental constitucionalmente consagrado.
A Assembleia Municipal reunida no dia 25 de fevereiro
decide reiterar a decisão de 30 abril de 2013 para uma intervenção de urgência,
por parte da Câmara Municipal.
Torres
Novas, 25 de fevereiro de 2014
Os
membros da Assembleia Municipal do BE
João
Carlos Lopes, António Gomes e Lia Ribeiro
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Rigor e transparência (Conferência de Imprensa sobre a reunião da CMTN com a empresa Águas do Ribatejo)
Rigor e transparência
A empresa Aguas do Ribatejo é uma empresa pública, 100%
capitais públicos, cujos acionistas são os municípios de Coruche, Benavente,
Salvaterra de Magos, Almeirim, Alpiarça, Chamusca, e Torres Novas.
Presta serviços de fornecimento de água e saneamento a
mais de 150 000 pessoas, apresenta uma gestão equilibrada e tem uma carteira de
investimentos assinalável.
O tarifário para 2014 foi aprovado pelos acionistas com
uma atualização de 4,6%, muito acima da inflação, muito penalizador para os
consumidores cujos rendimentos têm vindo em queda.
Acontece que numa análise mais pormenorizada e ao arrepio
da decisão dos acionistas, se verifica um aumento das tarifas variáveis do saneamento para domésticos e não-domésticos que
varia entre os 20 e os 25%.
Argumenta a empresa depois da aprovação e sob pressão da denúncia
pública, que passou a cobrar menos 10% do volume de saneamento por força da
recomendação do IRAR nº1/2009. Ora se passou a cobrar menos quantidade não pode
querer receber o mesmo.
Mas acontece que a AR não querendo baixar as receitas vai
de aumentar brutalmente o tarifário, 20, 22, 23, 25%. Uma engenharia financeira
muito criativa.
A TRH, taxa de recursos
hídricos que a AR cobra mas cuja receita envia para a
APA - Agência Portuguesa do Ambiente, há quatro anos que não é atualizada por
decisão da APA, logo a AR não pode alterar o seu valor, mas acontece que o
valor da TRH saneamento aumentou 75%.
Argumentam alguns que o valor da taxa é muito baixo. É verdade, são poucos
cêntimos, mas para a AR representa alguns milhares de euros e também sabemos
que se faltar um cêntimo no pagamento da fatura da AR ou doutra qualquer empresa
a fatura não é considerada paga.
A fatura da água deve ser transparente, rigorosa e de fácil
leitura. A fatura apresentada pela Aguas do Ribatejo não trás a informação do
calibre do contador, informação vital para os consumidores saberem se estão a
pagar o que é devido ou não. O BE chama a atenção dos consumidores para nos próximos
2 meses verificarem as faturas e confirmarem ou não se o calibre do contador já
consta. Dois meses foi o tempo máximo que a AR disse que levaria a corrigir
esta situação, dando razão ao BE.
Os casos da tarifa variável do saneamento e da TRH são
ilegalidades.
Mas são acima de tudo um grande abuso de confiança para
com os autarcas dos 7 concelhos envolvidos e para com os 150.000 consumidores.
O Bloco de Esquerda tudo fará para que seja reposta a
legalidade e a justiça, levaremos novamente o assunto à Câmara Municipal e
junto da ERSAR, entidade que regula o sector do abastecimento de água e
saneamento.
Apelamos à população que exija a verdade e a justiça no
fornecimento da água e do saneamento.
Torres Novas 17 de fevereiro de 2014
O Bloco de Esquerda de Torres Novas
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