domingo, 23 de novembro de 2014
DECLARAÇÃO DE VOTO - HELENA PINTO - REUNIÃO DE CMTN
Reunião 31/14, de 19 de Novembro
2 - Documentos Previsionais para o ano de 2015 - Ajustamento à previsão do orçamento da receita (ASSUNTO 601/14)
Declaração de Voto
Os documentos previsionais para o ano de 2015, no caso o Orçamento Municipal, voltou a reunião de Câmara, para se fazer uma retificação no que diz respeito à receita, concretamente de IMI, calculada com base na aplicação de uma taxa de 0,45, quando a taxa aprovada pela maioria socialista foi de 0,40.
Este facto e esta desconformidade foram desde o início apontados pelo Bloco de Esquerda. Não tem sentido aprovar uma taxa de IMI e ela não ser considerada no Orçamento apresentado pelo PS e aprovado pela maioria socialista, com a abstenção do PSD. É uma questão de rigor, mas também de lógica. Não se pode aprovar um Orçamento, dizendo que depois se retifica em Janeiro, assumindo assim a desconformidade. A legalidade do Orçamento poderia vir a ser questionada.
O Bloco de Esquerda quer deixar claro alguns aspetos na sequência do debate realizado na reunião de Câmara:
1 – O quadro atual, de espartilho financeiro, fruto das limitações impostas pelo Governo, condiciona e limita a autonomia do poder local. Exemplo flagrante é a obrigação de contribuição para o FAM (Fundo de Apoio Municipal), assim como a limitação imposta para novas contratações e a consignação de verbas que na prática impede o investimento por parte das autarquias.
2 – Entendemos que o município deve cumprir a metodologia adequada para a elaboração do Orçamento: primeiro a Câmara deve aprovar as taxas dos impostos, essa decisão deve ser levada à Assembleia Municipal, que a aprova ou altera e só depois a Câmara deve discutir e votar o Orçamento, que será enviado para a Assembleia Municipal. Assim se garante o respeito pelas decisões dos órgãos próprios. O que aconteceu este ano, em que impostos e Orçamento foram debatidos e votados no último dia do prazo legal para o fazer, não contribui, nem para a clareza nem para o exercício da democracia.
3 – O Presidente da Câmara deve cumprir rigorosamente os prazos legais para o envio da documentação à Vereação. Quando se trata das Grandes Opções do Plano e do Orçamento, documentos fundamentais para a gestão do Município, esse prazo deveria ser mais alargado (o BE propôs esta medida quando da decisão sobre o Regimento da Câmara, rejeitada pela maioria), para ser possível conhecer o documento, a sua base técnica, os pressupostos e as projeções, para fundamentar a posição política dos partidos.
Este ano, os documentos foram distribuídos à Vereação com menos de 48 horas de antecedência em relação à reunião. O BE reafirma que não aceitará que esta situação se repita, no Orçamento ou em qualquer outra situação. O prazo regimental para a disponibilização da documentação para as reuniões de Câmara tem que ser cumprido.
4 – Compreendemos e saudamos o esforço dos serviços na elaboração do Orçamento, mas temos que sublinhar que a decisão é política e cabe aos/às eleitos/as.
5 – Este Orçamento é fortemente condicionado pelas operações financeiras – PREDE, PAEL, Saneamento Financeiro – que são o resultado de uma política seguida durante duas décadas. Os encargos financeiros para o ano de 2015 ascendem aos 3 milhões de euros, acrescidos de 900 mil euros de juros. Estamos a pagar um determinado tipo de gestão e de opções políticas.
6 – Aumentar impostos e taxas, é a receita da austeridade, que leva à penalização da população. É o caso das opções deste Orçamento, com a taxa de IMI e com o aumento brutal da taxa de resíduos sólidos em mais de 35% . O BE defendeu e defende que a taxa de IMI deveria ser a taxa mínima – 0,3. Ainda mais quando o Governo propõe a fim da cláusula de salvaguarda, o que significará um aumento brutal deste imposto, insustentável para muitas famílias.
O BE vota contra o “ajustamento à previsão do orçamento da receita”.
Helena Pinto
Vereadora do Bloco de Esquerda
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Intervenção da Teresina Paz na Assembleia Municipal 12/11/2014
Antes
de formalizar a nossa decisão relativamente à proposta para delimitação da área
de reabilitação urbana, gostaríamos de tecer algumas considerações.
No
decurso das duas últimas décadas, muitos foram os planos/ programas/projetos
aprovados e aplicados, mas, infelizmente, os prolemas de desertificação e
degradação do centro histórico persistiram, tendo mesmo vindo a acentuar-se,
conforme consta do documento agora elaborado.
O Bloco de esquerda tem, reiteradamente,
alertado para a urgência de intervenção e apresentado inúmeras propostas. Há situações
emergentes que não podem esperar. A limpeza de espaços em ruinas e a segurança
das pessoas são prioridades.
Relativamente
ao documento apresentado, gostaríamos de salientar a sua importância e
pertinência, bem como o empenho da equipa técnica que o elaborou.
Fotografia: Guilherme Pinto
Trata-se
de um bom ponto de partida. No entanto, o envolvimento das pessoas é condição
fundamental, pois acreditamos que o sucesso da sua implementação depende em
grande parte, da capacidade para atrair as pessoas para viverem no centro,
repovoar o espaço, agora em ruínas e dar-lhe nova vida.
Assim,
todas as políticas/propostas a privilegiar devem apontar nesse sentido -
cativar a população para o projeto, através de informação esclarecida, debate
de ideias.
A
título de exemplo facilitador a seguir, salientamos a renegociação do contrato
de concessão e do tarifário do parque do Almonda, como uma medida central para
resolver o problema de estacionamento na cidade, assunto certamente determinante
para quem habitar ou vier a habitar o centro histórico.
A
finalizar, e, à semelhança da tomada de posição na sessão de Câmara de 10 de
novembro de 2014, o Bloco de esquerda vota favoravelmente a proposta para
delimitação da área de reabilitação urbana, não deixando de referir que a
aprovação deste instrumento tão importante não significa, quanto a nós, nem o
fim do debate, nem encerra milagrosas soluções para os gravíssimos problemas
desta zona nobre da cidade. Os orçamentos vindouros terão de corresponder às
expetativas agora criadas, possibilitando os investimentos necessários para a
concretização da tão almejada reabilitação do nosso centro histórico.
domingo, 9 de novembro de 2014
Crónica de António Gomes: "Orçamentos, impostos e o rendimento a minguar"
Orçamentos,
impostos e o rendimento a minguar
Os orçamentos
municipais são instrumentos de gestão fundamentais para a atividade das
autarquias. Devem ser rigorosos e transparentes, devem corresponder à
conjuntura politica, à economia local e atender às dificuldades das pessoas.
Em Torres Novas
durante muitos anos tivemos orçamentos empolados, fora da realidade. Estamos
agora a pagar e muito, empréstimos e mais empréstimos ao Estado (PAEL) e
particularmente à banca, criando um garrote de tal maneira que impede qualquer
veleidade em investimentos tão necessários ao concelho e à população.
Apesar das
dificuldades continuam a existir receitas que necessitam de ser bem
canalizadas. Um conjunto muito significativo de estradas encontram-se em estado
lastimoso, dentro das nossas aldeias e nas ligações da sede do concelho às várias
freguesias: Pafarrão, Casal da Pena,
Pena, Liteiros, Vale da Serra, Cotoas/Caveira, Riachos/Boquilobo, para
dar alguns exemplos, assim como a ligação estrutural Torres Novas –
Entroncamento.
O rio Almonda, um
potencial do ponto de vista económico, abandonado há décadas, necessita
urgentemente de intervenções que o salvem de maior degradação.
O centro histórico,
ou o centro de ruinas como alguém lhe chama, parece que vai finalmente ter um
instrumento de gestão adequado – ARU (Área de Reabilitação Urbana). Esperemos
que os próximos orçamentos correspondam ao desafio, porque, caso contrário,
será o fim de toda uma área que marcou a história de Torres Novas.
Os impostos são a outra
parte desta história. As autarquias têm o poder de decidir sobre uma parte
importante do IMI, da Derrama e do IRS assim como sobre muitas das taxas que
pagamos.
O IMI é o imposto
que mais conta nas receitas da autarquia, em 2014 a autarquia torrejana deve arrecadar
cerca de 4 milhões de euros, mais de 20% do que no ano anterior, já em 2013 o
aumento da receita do IMI foi de 16% relativamente a 2012. O PS, que dirige a
CM, tem aplicado valores muito para além do razoável. As famílias estão muito
sobrecarregadas com impostos que somam à baixa de rendimentos impostos pelo
governo.
As famílias vão
sentir de forma muito agravada o aumento do IMI em 2015, porque o governo pretende retirar do OE a clausula
que impunha um teto ao valor cobrado, que já tinha disparado por via da avaliação
recente realizada aos imóveis.
O PS/local tem
particular responsabilidade na decisão que vier a ser tomada, o valor mínimo
possível 0,3%, tem de ser o valor máximo a aplicar, não há outra saída.
As pessoas estão
primeiro.
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Peço a palavra! - A propósito da atitude do presidente em exercício, na Assembleia Municipal de 30 de Setembro de 2014
A propósito da atitude do presidente em exercício, na Assembleia Municipal de 30 de Setembro de 2014
Peço a palavra!
A Assembleia Municipal, enquanto órgão
autárquico, merece-me o maior respeito. É um órgão autónomo, com vida própria e
que tem, entre outras competências, fiscalizar a atividade da Câmara Municipal.
E sobre esta matéria não tenho uma visão redutora. Fiscalizar toda a atividade
da Câmara Municipal – as suas opções políticas, as suas decisões e a atividade
dos seus vereadores e vereadoras – a tempo inteiro e sem pelouro, da maioria ou
da oposição.
Por isso faço questão de estar presente nas
Assembleias Municipais e assumo que o meu papel é ouvir os deputados e
deputadas municipais, as suas críticas, os seus louvores, as suas apreciações,
as suas declarações políticas, os problemas que colocam, as aspirações que
transmitem. Acompanhar a polémica, vivê-la, aprender com ela, só assim se faz democracia, essa de que tanto se
fala, a democracia local.
A Assembleia Municipal é também espaço para
ouvir munícipes, o que, felizmente, já aconteceu e se pretende que aconteça
muito mais.
Sei bem qual é o papel da vereação numa
Assembleia Municipal. Ouvir, ser fiscalizada e prestar contas.
Considero também que todos os/as vereadores/as
devem poder usar da palavra. Não por hábito, mas sempre que se justifique e com
a autorização do Presidente da Câmara, como aliás está previsto na Lei e no
Regimento da Assembleia Municipal.
Lei
169/99 – Artigo 48.º - Participação dos membros da câmara na assembleia
municipal
|
1 - A câmara
municipal faz-se representar, obrigatoriamente, nas sessões da assembleia
municipal, pelo presidente, que pode intervir nos debates, sem direito a
voto.
2 - Em caso de justo impedimento, o presidente da câmara pode fazer-se substituir pelo seu substituto legal. 3 - Os vereadores devem assistir às sessões da assembleia municipal, sendo-lhes facultado intervir nos debates, sem direito a voto, a solicitação do plenário ou com a anuência do presidente da câmara ou do seu substituto legal. 4 - Os vereadores que não se encontrem em regime de permanência ou de meio tempo têm o direito às senhas de presença, nos termos do artigo 10.º da Lei n.º 29/87, de 30 de Junho. 5 - Os vereadores podem ainda intervir para o exercício do direito de defesa da honra. |
Regimento
da Assembleia Municipal: (ARTIGO 23.º - (Regras do uso da palavra pelos membros
da câmara municipal)
1. A palavra é concedida ao presidente da
câmara ou ao seu substituto legal, no período “De Antes da Ordem do Dia”, para
prestar os esclarecimentos que lhe forem solicitados, pelo período máximo de 15
minutos.
2. No período da “Ordem do Dia”, a palavra é
concedida ao presidente da câmara ou ao seu substituto legal, pelo período
máximo de 25 minutos para:
a) Prestar a informação relativa ao consignado
na alínea b) do nº. 2 do artigo 2º, deste regimento;
b) Apresentar os documentos submetidos pela
câmara municipal, nos termos legais, à apreciação da assembleia;
c) Intervir nas discussões, sem direito a voto.
3. No período de “Intervenção Aberto ao
Público”, a palavra é concedida ao presidente da câmara ou ao substituto legal
para prestar os esclarecimentos solicitados.
4. É
concedida a palavra aos vereadores para intervir, sem direito a voto nas
discussões, a solicitação do plenário da assembleia ou com a anuência do
presidente da câmara ou do seu substituto legal.
5. A palavra é ainda concedida aos vereadores,
no final da reunião, para o exercício do direito de defesa da honra ou
consideração.
Penso até que os vereadores/as devem avaliar
bem dessa necessidade. Como já disse antes, o seu papel não é tomar a palavra. Caso contrário invertiam-se os papéis.
O bom senso e a responsabilidade política são
o que importa nesta matéria.
A postura do Presidente da Câmara é aqui
fundamental. Autoriza ou não os vereadores/as a usarem da palavra, sejam da
maioria ou da oposição. Pedi duas vezes a palavra em Assembleia Municipal. O
Presidente autorizou-me das duas vezes, assumindo uma atitude democrática.
Da primeira vez o Presidente da Assembleia
deu-me a palavra, respeitando a Lei e as regras democráticas.
Da segunda vez, o presidente em exercício
recusou dar-me a palavra, invocando que a Lei não o permitia. Evidenciou um
desconhecimento da Lei que não se coaduna com o lugar que ocupa (sabendo por
experiência própria que não pode invocar o desconhecimento da Lei para não a
cumprir).
Erros, toda a gente comete… Mas, mesmo perante
a minha insistência de que a Lei me permitia usar da palavra, encerrou
abruptamente os trabalhos para intervalo.
Se o erro se admite, a arrogância e a
prepotência já não. E ainda a falta de cultura democrática que leva a nem
sequer ouvir os argumentos invocados por uma cidadã, no caso vereadora, que
queria uma resposta sobre a sua atitude.
Sobre o que o presidente em exercício disse
depois de encerrada a assembleia, nem vale a pena falar. O que conta aqui é a
atitude quando assumia um papel único perante os cidadãos e cidadãs do concelho
– presidir à Assembleia Municipal.
No futuro manterei a mesma postura, respeito
pelo órgão e pelo seu funcionamento. Sei bem qual é o papel de uma vereadora da
oposição. Mas, quando for necessário intervir, pedirei a palavra a quem tem
poderes para a dar – primeiro ao Presidente da Câmara e de seguida ao
Presidente da Assembleia Municipal.
Não deixarei no entanto de deixar uma nota
final: o assunto em questão – aplicação das 35 horas aos trabalhadores/as do
município – tinha sido debatido nesse mesmo dia na Câmara Municipal e foi o
próprio Presidente da Câmara, depois de explicar a posição maioritária na
Câmara, que disse que estavam ali outros vereadores, incluindo aqueles que
tinham expressado posição diferente da maioria e que podiam dizer o que se
tinha passado.
Torres Novas, 1 de Outubro de 2014
Helena Pinto
Vereadora do Bloco de Esquerda
Crónica de António Gomes - “Job for the boys”?
“Job for
the boys”?
A câmara e
assembleia municipal de Torres Novas aprovaram por maioria os estatutos da nova
Associação de Municípios do Vale do Tejo (só o BE votou contra). Estes
estatutos vêm ordenar juridicamente a nova associação, que terá como principal
atividade a gestão da Colónia Balnear da Nazaré, que atualmente se encontra
impedida de funcionar por degradação do edificado.
Nos estatutos agora votados ficou incluído a criação de
um secretariado geral e um lugar de secretário-geral - remunerado.
As organizações,
todas, precisam de pessoas para funcionar. Não há dúvidas sobre isso, sendo que
neste caso criou-se a assembleia intermunicipal, órgão deliberativo, e o
conselho diretivo, órgão executivo, para além do quadro de pessoal
hierarquizado, como não podia deixar de ser para o funcionamento dos
equipamentos.
A pergunta salta à
vista: para quê um secretariado geral e um secretário-geral? Que funções? Que
atribuições? Que responsabilidade lhe vai ser atribuída? A estas legitimas e
pertinentes perguntas ninguém sabe ou não quer responder.
Sabemos da
existência de lugares criados a pedido, da ocupação dos chamados “job for the boys”, mas normalmente é
sempre lá longe… Este é diferente, é nas nossas barbas e por isso deve merecer
da cidadania e dos políticos locais uma atenção especial, principalmente
daqueles que não gostam de se verem confundidos com aqueles que fazem da política
um modo estranho de vida.
Numa altura em que
os populismos proliferam, a democracia é questionada sobretudo pelo afastamento
das pessoas, até do voto. Estes exemplos só agravam ainda mais esse divórcio e
quem não quer ser lobo não lhe veste a pele.
Acredito que os
políticos não são todos iguais.
Antonio Gomes
domingo, 12 de outubro de 2014
Intervenção de José Manuel do Rosário na AM - 30 setembro
BOCAS DE INCÊNDIO – no ConcelhoDigamos que sobre o assunto não é fácil obter grande informação.
No entanto é matéria que nos deve preocupar.
São visíveis algumas Bocas incêndio que não se encontram em condições.
2.º Existe algum plano de verificação?
3.º A Câmara é informada atempadamente sobre anomalias constatadas?
4.º A Câmara tem conhecimento de B.I. secas, B.I. seladas, B.I. sem pressão, B.I. com colunas e encaixes danificados?
Existem zonas de grande densidade populacional sem B.I.
Está previsto instalar B.I. nestas zonas?
Intervenção do José Manuel do Rosário na Assembleia Municipal - 30 de Setembro de 2014
Com alguma frequência recebemos alertas de munícipes sobre o estado em que se encontram os ecopontos.
Certamente também o fazem chegar ao executivo.
* Falam-nos da higiene e limpeza da zona envolvente aos contentores.
* Falam-nos do estado em que se encontram alguns contentores.
* E por último abordam sempre a questão da ausência do pilhão.
Na verdade têm razão.
Existem zonas em que os ecopontos se encontram num estado suficiente ou bom. Noutras nem por isso Senhor presidente.
Em concreto e a título de exemplo na zona da Silvã, Av. Manuel Figueiredo e arredores não existe um pilhão. Alguns contentores encontram-se degradados. A higiene dos contentores e do espaço, em muitos casos, deixa muito a desejar.
Como já referi nem tudo está bem.
A bem da deposição selectiva era bom que fossem tomadas medidas para corrigir o que não se encontra em condições.
É essencial uma manutenção periodicamente a estes equipamentos.
“Podemos” carregar os munícipes com deveres por vezes despropositados no que concerne à deposição. Não podemos nem devemos alhearmo-nos das nossas responsabilidades. Em concreto a entidade gestora.
Fica o alerta, Senhor presidente da câmara.
Como é sabido, os ecopontos são equipamentos que permitem uma melhoria significativa do ambiente. A deposição selectiva que os ecopontos permitem contribui para a reciclagem dos materiais deixando de ser resíduos.
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